Arquivo da categoria: LEITURAS_

RECENSÃO A FREDERICO LOURENÇO (2016), “BÍBLIA – VOL. I, NOVO TESTAMENTO: OS QUATRO EVANGELHOS”, LISBOA, QUETZAL

Ana Catarina Milhazes

Há pouco mais de um ano, lia um pequeno livro de Frederico Lourenço que tem este bonito e significativo título: O Livro Aberto. Aberto naquele sentido de Umberto Eco, admitindo a infinitude de leituras. Não lhe chamou “livro aberto” ou “um livro aberto” mas “O livro aberto”. O porque a Bíblia, que aí comentava Frederico Lourenço, se não é o livro mais aberto da História (mais vezes lido e referido, mais estendido e extensível), é pelo menos o livro mais paradigmático da leitura interminável. Continue a ler RECENSÃO A FREDERICO LOURENÇO (2016), “BÍBLIA – VOL. I, NOVO TESTAMENTO: OS QUATRO EVANGELHOS”, LISBOA, QUETZAL

RECENSÃO A JULIO CORTÁZAR (2016), “AULAS DE LITERATURA – BERKELEY, 1980”, LISBOA, CAVALO DE FERRO

Ana Catarina Milhazes

À obra de Julio Cortázar já anteriormente publicada pela Cavalo de Ferro, juntou-se mais um título, Aulas de Literatura – Berkeley, 1980, que nos dá as oito aulas que o autor proferiu na Universidade da Califórnia, quatro anos antes da sua morte. Entre Outubro e Novembro, às quintas-feiras, cerca de uma centena de alunos do Departamento de Estudos Hispânicos e Portugueses assistiram às aulas de duas horas do escritor argentino. Para além destas, o livro inclui ainda, em apêndice, duas conferências públicas. Continue a ler RECENSÃO A JULIO CORTÁZAR (2016), “AULAS DE LITERATURA – BERKELEY, 1980”, LISBOA, CAVALO DE FERRO

RECENSÃO A JOSÉ GIL (2016), “RITMOS E VISÕES”, LISBOA, RELÓGIO D’ÁGUA

Vânia Duarte

[Ritmos e visões, de José Gil, é precisamente uma compilação de quatro ensaios em que se analisa, numa perspetiva crítico-filosófica, a obra de Fernando Pessoa. Como corpus de análise, o autor elegeu O livro do desassossego de Bernardo Soares, dois poemas de Fernando Pessoa – “A múmia” e “Ode marítima” – assim como artigos publicados na revista A Águia. Pontualmente são mencionadas outras obras como Fausto, Mensagem, Átrio, O caminho da serpente, com o intuito de contextualizar, clarificar ou corroborar afirmações. O livro parece disperso, mas há, como veremos, uma unidade que faz desses ensaios capítulos de uma reflexão encadeada.]

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SOBRE UM ANTIGO LIVRO DE CHARLES DU BOS

Arnaldo de Pinho

[A extinta Livraria Morais, ligada à revista O Tempo e o Modo, publicou em 1961 um texto intitulado O que é a Literatura. Trata-se dum conjunto de quatro conferências, pronunciadas pelo autor na Universidade americana de Notre Dame, em 1938.]

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