Arquivo de etiquetas: Conta-corrente

VERGÍLIO FERREIRA Y JOSÉ SARAMAGO: MIRADA MUTUA A TRAVÉS DE SUS DIARIOS Y UNAS CARTAS INÉDITAS

José Luis Gavilanes Laso

[De un lado, pues, ceñir al hombre a sus límites; por otro, el deseo de trascendencia hacia lo ilimitado. Esta paradoja responde a las dos características esenciales de la condición humana: muerte y deseo de inmortalidad. Es difícil definir al ser humano, pero creo que en esta dicotomía paradójica de Vergílio Ferreira puede estar la clave: el hombre es un ser limitadamente infinito. Los personajes de Vergílio Ferreira se imponen, pues, un desafío crucial: ver hasta qué punto pueden soportar una existencia sin trascendencia y cómo, despojados de un valor absoluto, pueden asumir su precariedad humana. ]

Continue reading VERGÍLIO FERREIRA Y JOSÉ SARAMAGO: MIRADA MUTUA A TRAVÉS DE SUS DIARIOS Y UNAS CARTAS INÉDITAS

Anúncios

VERGÍLIO FERREIRA: A TRADUÇÃO, A GLÓRIA E OS PISTOLEIROS DA LITERATURA

Jorge Bastos da Silva

[No conspecto das obras de Vergílio Ferreira, Conta-corrente é aquela em que, de mistura com apontamentos de muito diversa índole, mais de espaço se arrolam as preferências do autor enquanto leitor: de Eça sobre Pessoa, de Clarice Lispector sobre Miguel Torga… ]

Continue reading VERGÍLIO FERREIRA: A TRADUÇÃO, A GLÓRIA E OS PISTOLEIROS DA LITERATURA

L’exil et le royaume: d’Albert Camus à Vergílio Ferreira

l'exiel albert camus camilo castelo branco revista pontes de vista

AA.VV., L’exil et le royaume: d’Albert Camus à Vergílio Ferreira, collection “Exotopies”, Paris, Éditions Le Manuscrit, 2014.

Manuel Cândido Pimentel

[Pode o leitor encontrar neste livro um mundo de interpretação não monolítica da escrita literária e filosófica de ambos, antes plural de orientações e sugestões, uma proposta de viagens, visitações e revisitações da obra camusiana e vergiliana, um convívio intelectual que, indo da análise literária à filosófica, procura desvincular-se de lugares-comuns e traçar um perfil seguro dos dois autores.]

Continue reading L’exil et le royaume: d’Albert Camus à Vergílio Ferreira