Arquivo da categoria: TEMAS

800 anos de Língua Portuguesa: estes e os próximos

Francisco Topa

[“mais importante do que olhar para os 800 anos que passaram será olhar para os próximos 800. Se o fizermos, teremos de admitir como provável que chegará o dia em que estaremos a falar, não de uma, mas de várias línguas”]

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A voz do mar ou Da necessidade de “errar a língua ao dente”

Isabel Cristina Mateus

[Com oitocentos e um anos de existência e contando com mais de duzentos milhões de falantes em todo o mundo, espalhados por quatro continentes, a Língua Portuguesa é um capital simbólico e económico, um património cultural e memória identitária de valor inestimável que é fundamental conhecer, preservar e enriquecer. Adquire por isso uma importância especial a edição dos autores “clássicos” da língua portuguesa, numa edição cuidada e filologicamente rigorosa, acessível ao grande público, tarefa ainda por fazer entre nós. Uma edição naturalmente alargada aos autores dos países de língua portuguesa, dando conta da polifonia de vozes e de registos que constituem aquela que Vergílio Ferreira definiu um dia como “a voz do mar”.]

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De pensamentos e falas na Língua Portuguesa

Ricardo Vélez Rodríguez

[A Filosofia é holística, o seu método visa a reconstituir totalidades, as suas indagações pelo sentido da existência abarcam todo o homem e se estendem a todos os homens. ]

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O cinema: memória de uma língua?

Elsa Cerqueira

[Transcorridos quase cento e vinte anos, desde que o fogo prometaico chegou a Portugal, por intermédio de Aurélio da Paz dos Reis, quando filmou em 1896 “A saída do pessoal operário da Fábrica Confiança”, na Rua Santa Catarina, Porto, considerado o primeiro filme da História do Cinema Português, há interrogações radicais que resistem e rejeitam o fechamento de respostas unilaterais, lineares e dogmáticas.
O presente artigo constitui a reabertura das fendas, do questionamento, não se instituindo como a farmacopeia miraculosa que as ultrapassará.]

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Sociedade civil e CPLP: contributos para a promoção e divulgação da Língua Portuguesa

Maria José Maya

[A língua portuguesa afirma-se, internacionalmente, entre outros aspetos, pelo número de falantes que congrega, 244 milhões, de acordo com as estatísticas da CPLP publicadas em 2012, estimando-se que este universo se situe em cerca de 350 milhões em meados deste século.]

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A Língua Portuguesa como objeto da Filosofia

Manuel Cândido Pimentel

[Constitui uma representação pueril querer admitir a existência do pensamento sem a língua ou fora de uma ordem de linguagem, o que nos pode desde já servir à ideia de que não há filosofia sem língua ou de que a filosofia fala a língua, filosofia que é sempre a máxima expressão do pensamento de um povo ou de uma cultura, pois que a filosofia é o saber das articulações do sentido em busca do melhor sentido, indo da plurivocidade da metáfora para a univocidade do conceito.]

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